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Comendo fora 1 minute 16 Dezembro 2019

O arroz está com tudo

Receitas incrementadas com carnes, legumes, frutos do mar e cogumelos estão em alta nos cardápios de restaurantes indicados pelo Guia MICHELIN

Michelin Guide restaurant rice

Eles são servidos em prato único, com os ingredientes todos misturados - mas a clientela dá de ombros pela aparente simplicidade. Pois esses "arrozes mexidos", um clássico da culinária doméstica, parecem estar em alta no cardápio de restaurantes indicados pelo Guia MICHELIN. Eles aparecem mesclados com carne suína, frutos do mar, queijos, legumes, cogumelos… Confira a seguir dez restaurantes onde encontrar esse tipo de prato.

Baião de dois, o clássico dos clássicos
+ arroz de linguiça e de polvo

Quando se fala em “arroz com coisa”, não tem como deixar de fora o baião de dois, que é a versão mais brasileira de todas. Pois a receita do chef Rodrigo Oliveira, com arroz, feijão, linguiça, carne seca, bacon e queijo de coalho, é uma das mais pedidas no primogênito Mocotó, na zona norte de São Paulo. Já no Balaio, outro restaurante do chef, brilham os arrozes de linguiça bragantina, com costelinha suína e quiabo, e de polvo com bacon artesanal defumado na macieira e vegetais da estação (foto topo/Reprodução).

Baião de dois não tão clássico assim
Em seu Tordesilhas, a chef Mara Salles mistura arroz e feijão bem temperadinhos com queijo de coalho, maxixe, abóbora e couve, tudo servido num prato só, como umas das opções vegetarianas do cardápio.

Arroz agridoce
Dos pratos autorais do cardápio da chef Roberta Sciasca, do carioca Miam Miam, o arroz basmati de porco e especiarias é incrementado com lascas de pernil assados, abacaxi caramelizado e crocante de cebola.


Arroz de vieira, do Jiquitaia (Foto: Reprodução)

Arroz de todo jeito
“Aqui no Jiquitaia arroz é que não falta”, diz a legenda de um post do restaurante em uma rede social. Não falta mesmo: a cozinha do chef Marcelo Corrêa Bastos está sempre preparando uma versão diferente da receita. Dali já saíram arrozes de suã (lombo suíno), de costela, de pato com tucupi e jambu, de vieiras com manteiga, de polvo e de cogumelos com tucupi. As opções variam a cada dia.

Arroz com sotaque espanhol
O menu do Tanit, do chef catalão Oscar Bosch, tem uma ala dedicada aos “arrozes e massas”. Dentre as pedidas, o arroz de pato, bem úmido, chega à mesa incrementado com magret defumado e ovo poché. Há também receitas do mar, como o arroz negro (tingido com tinta de lula) com polvo grelhado e aïoli, e a versão incrementada com cavaquinha grelhada, mexilhões e lula.

Grãos duas estrelas
Ao que parece, esse tal de “arroz com coisa” não escapa nem aos menus-degustação estrelados. No carioca Oro, do chef Felipe Bronze, o arroz de frango, com cebola tostada, fígado e caldo encorpado da ave faz parte da etapa principal, batizada de “com talheres”.


Arroz com vôngoles, do Fitó (Foto: Reprodução)

Arroz vermelho
Em vez da variedade branca, a receita da chef Paola Carosella, do Arturito, leva arroz cateto cozido em caldo de cogumelos e alga e incrementado com shiitakes assados, shoyu e nirá (tipo de cebolinha japonesa).

Arroz do mar e da terra
A chef Cafira Foz, do Fitó, usa ingredientes do mar e da montanha (surf and turf) na receita do seu arroz integral caldoso. Os vôngoles são puxados no bacon e misturados a paio, pimentão e especiarias. O prato chega à mesa com um punhadinho de coentro.

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