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Alimentos superpoderosos

Você pode cuidar da saúde do seu corpo sendo mais seletivo com o que você come - incluir superalimentos na dieta é um ótimo começo

Healthy Michelin Guide

Todo mundo sabe sobre a importância de uma alimentação saudável. Desde a juventude somos ensinados sobre a necessidade de manter uma dieta balanceada, tendo como base os cinco grupos alimentares. Com as mudanças na sociedade e com o progresso tecnológico, porém, comer de maneira saudável passou a ser muito mais do que ingerir uma dose diária verduras, além da maçã que, segundo o popular dito em língua inglesa, “keeps the doctor away”. Na Era Digital, em que comer de forma limpa e saudável passou a ser um estilo de vida, as pessoas estão mais conscientes sobre o que consomem e o conceito de “superalimento” tornou-se mais difundido. Mas o que são, exatamente, os superalimentos e qual a sua real relevância para a saúde do corpo humano?

Embora a maior parte dos superalimentos seja plant-based (de origem vegetal), eles não pertencem a nenhum grupo alimentar específico, podendo aparecer entre legumes, grãos integrais, frutas, verduras e até peixes. Em resumo, eles são alimentos altamente nutritivos - ricos em fibras, antioxidantes e fitoquímicos bioativos -, e benéficos à saúde dos consumidores, podendo diminuir os riscos de doenças crônicas.

Entre os exemplos mais populares de superalimento - e que são fáceis de serem encontrados em feiras livres e mercados -, estão a couve, o espinafre, o abacate, o salmão, que é rico em ômega 3, carnes de boa procedência, e o arroz integral, cujos grãos pequeninos são extremamente benéficos à saúde, ricos em fibras, selênio, antioxidantes e vitaminas B3, 6 e 9.

Entretanto, para além de consumir superalimentos, é preciso observar a maneira como são cultivados (alô, orgânicos!) e criados. Se é verdade que somos o que comemos, a qualidade da carne à venda nos açougues reflete a forma como o gado foi criado. Rebanhos alimentados com rações de alta qualidade, como grãos orgânicos e superalimentos, produzem, naturalmente, carne de melhor qualidade. O mesmo ocorre em granjas cujas aves não são geneticamente modificadas, recebem alimentação inteiramente natural e são criadas livres de livre de antibióticos.

É fato que os superalimentos não fornecem a cura para doenças crônicas, como o câncer, a diabetes tipo 2 ou disfunções cardíacas, mas eles promovem muitos benefícios ao organismo que podem ajudar na prevenção ou no tratamento. O velho ditado “comer para viver” carrega bem mais que um grão de verdade, então, por que não começar a ter mais consciência com o que você coloca à mesa? Sempre bom lembrar: prevenir é melhor que remediar.

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